Vídeo – Aumente a produtividade de sua reunião de status do projeto

Assuntos irrelevantes ou repetidos; conversas paralelas; falhas na comunicação; falta de participantes-chave; presença de participantes indevidos; falhas na infraestrutura..

Veja neste vídeo como você pode evitar estes desvios e assim tornar suas reuniões mais produtivas:

Clique aqui e faça o download do mapa mental deste vídeo em pdf.

E você? O que tem feito para tornar suas reuniões mais produtivas?

03 dicas para ter uma equipe engajada

É injusto esbravejar com as pessoas que não estão engajadas quando o motivo deste comportamento é reflexo de alguns erros da gestão que você está aplicando ao seu negócio.

Uma equipe engajada é composta por pessoas que executam suas tarefas com empenho. Elas estão envolvidas com a causa, estão comprometidas em executar suas atividades. Seus integrantes são responsáveis.

A responsabilidade é algo que vem de “fora para dentro”. Ela precisa ser lembrada, precisa ser escrita por quem a define. Ela precisa estar presente nas ferramentas de comunicação da organização, nos manuais, nos painéis de gestão, nas reuniões de alinhamento de operações, por exemplo.

Quando uma pessoa atua com pensamento de dono, quando ela pega para si o que necessita ser resolvido, quando ela inova, ela age de “dentro para fora”.

Pessoas assim não precisam ser lembradas, as suas atribuições muitas vezes sequer necessitam estar escritas. Elas são criativas, inovadoras, sugerem, perguntam, discordam. Trata-se de uma virtude moral, e por isso é diferente de responsabilidade, é mais que isso. Isso chama-se accountability.

Há um terceiro termo chamado de “desculpability“, no qual se encaixam aquelas pessoas que usam desculpas como “não sabia“, “não vi o e-mail” e “achei que não era pra fazer“. Este termo é citado por João Cordeiro em seu livro “Accountability - A evolução da responsabilidade pessoal nas empresas. O caminho da execução eficaz“.

Uma das queixas que ouço com frequência no MBA, em cursos e palestras e ao conversar com colegas gestores é a “falta de engajamento das pessoas”, “o pessoal não se interessa”, “o pessoal faz pela metade”, “preciso de uma ferramenta pra fazer o pessoal produzir”, ou coisas do tipo.

Muitas vezes o erro está dentro de sua casa

É injusto esbravejar com as pessoas que não estão engajadas quando o motivo deste comportamento é reflexo de alguns erros da gestão que você está aplicando ao seu negócio e destaco dois erros:

1. Você contrata as pessoas erradas

Há uma máxima bem simples e certeira em gerenciamento de projetos: “Os projetos não dão errado no fim, eles já começam errado”. Da mesma forma que a falta de planejamento pode matar o seu projeto, contratar pessoas erradas pode minar o seu negócio.

Existem estudos e pesquisas que demonstram que grande parte das demissões nas empresas ocorrem devido a questões comportamentais e não necessariamente a questões técnicas.

Os valores que regem a sua organização devem estar bem claros e necessitam ser lembrados no momento dos processos de recrutamento e seleção. Muitas vezes esses valores nem existem, nunca ninguém parou pra pensar sobre eles ou eles apenas estão impressos em alguma parede e não são lembrados quando candidatos a preencher uma vaga são entrevistados.

Daí, você contrata aquela pessoa com um currículo técnico brilhante, mas que não consegue estender a mão para ajudar alguém ou nunca criou nada nas empresas em que trabalhou antes. Passa um tempo e você a demite por ela “não demonstrar engajamento” e contrata outra da mesma forma, e acontece tudo de novo.

Equipe engajada

Contratar sem observar os valores é uma aposta. Pode sair muito caro.

2. Você é o grande funil, o big-boss

Se tudo passa pela sua mão, se você sempre tem que dar a palavra final, se os e-mails são ditados por você e se você quer participar de todas as reuniões, por quê alguém de sua equipe se preocuparia em estar engajado?

Todo mundo sabe que se der errado você conserta. Sabem também que se esquecerem de algo você vai lembrar e, ainda, se alguém deixar de fazer algo você vai fazer.

A postura de grande funil engessa o trabalho da equipe, as pessoas tornam-se extremamente dependentes de você ou ficam inibidas em tentar algo diferente ou melhor.

Ao agir de forma centralizadora você inibe a ação de uma equipe engajada. Talvez em sua equipe há os que possuem accountability e não aparecem porque não têm chance de aparecer.
E como despertar o engajamento nas pessoas?

Há várias experiências realizadas para comprovar a eficácia de programas de recompensas e alguns deles podem ser válidos para despertar o engajamento: recompensas financeiras, folgas, benefícios, viagens, dentre outros e não vou abordar tais programas.

Compartilho 03 dicas simples citadas em um webinar sobre o tema, promovido pelo PMI-SP:

1. Dê às pessoas um motivo lógico para elas fazerem o que precisa ser feito

O autoritarismo explícito em “faça porque eu estou mandando” ou “você sabe o que deve fazer” é muito menos eficaz que a posição de responsabilidade compartilhada em “precisamos fazer isto, pois necessitamos alcançar o resultado x, caso contrário sofreremos as consequências a, b e c”.

Ao trazer o motivo lógico para se fazer algo você reforça a importância das pessoas envolvidas nas tarefas, elas perceberão tal importância no processo e farão o que precisa ser feito, por elas mesmas, por se sentirem responsáveis.

2. Reconheça a dificuldade na execução da tarefa

Demonstre conhecimento do que precisa ser feito, visualize e reconheça quais são as dificuldades que serão enfrentadas por quem executará a tarefa e informe onde serão encontrados e quais serão os suportes que estarão disponíveis. Ao fazer isso você ficará mais próximo das pessoas, estimulará o trabalho em equipe e exercitará a liderança participativa. Quem não seguiria um líder assim? ;-)

3. Saia da frente

Demonstre que você confia nas pessoas que estão com você ao dar a elas liberdade para fazer o que precisa ser feito do jeito delas. Exercite a delegação: dê a tarefa, apenas acompanhe e dê suporte a quem precisar. Desta forma, você estimula o exercício do pensamento analítico em sua equipe, elas poderão criticar o que está sendo feito e poderão surgir novas e melhores formas de se fazer algo.

Não sofra por antecipação ao “sair da frente”. Saiba que poderão aparecer erros e ao corrigi-los juntos com a pessoa que errou e a ela dar uma nova chance de fazer correto você colabora para mudar um senso comum no ambiente em que vivemos: o de que somos focados nos erros. Você pode fazer várias coisas corretas durante o dia inteiro. Mas, se falhar em algo, o dia acabou: você é cobrado por você mesmo e por quem está acima de você.

É muito prazeroso estarmos envolvidos com uma equipe engajada. É estimulante, é revigorador e os resultados que ela gera proporciona um ciclo saudável de visão crítica dos processos em que atua, o que eleva o seu nível de serviço.

Cabe a você perceber o que pode fazer para prover tal engajamento nas pessoas, sejam elas responsáveis ou que possuem accountability. Já as que praticam o “desculpability” talvez estejam no lugar errado…

Para quem quiser ouvir um pouco sobre accountability, fica a entrevista com João Cordeiro e conduzida por Milton Jung (CBN):

E você? No que acredita ser importante para o engajamento das pessoas em uma organização?

Como não perder o foco

Muitas de suas tarefas atrasam devido a falta de foco e não devido a “falta de tempo”. Entre aspas pois é o que as pessoas desfocadas alegam quando não conseguem fazer o que deveriam.

Quando você não tem foco certamente sofre algumas dessas consequências:

Imagine (ou lembre) a seguinte cena: vários livros pra ler; incontáveis papéis, post-its, rascunhos, cartões de visita em cima de sua mesa; bombardeios mentais de coisas que foram iniciadas e ainda não foram concluídas; mais bombardeios de coisas que foram concluídas mas terão que ser refeitas devido a algo que você esqueceu; arquivos digitais espalhados dentro de seu HD e que consomem seu tempo quando precisa localizá-los… são alguns exemplos que refletem a desorganização gerada pela sua falta de foco.

Quando não há foco, gasta-se mais tempo para executar uma determinada tarefa e isso resulta em perda de produtividade. Enquanto seu colega de trabalho prepara um relatório em três horas, você gasta o dia inteiro e ainda fica com dúvidas se colocou o que era realmente importante no documento.

Ainda sobre o exemplo acima: enquanto seu colega está em casa com a família você acaba de lembrar que esqueceu de atualizar o status de uma tarefa no relatório e abre o laptop às 23h00 pra concluir a tarefa, também não resiste e abre o e-mail porque sabe que alguém lhe enviou uma mensagem cobrando algo que você não teve tempo de fazer porque estava trabalhando no relatório o dia inteiro. Você então reafirma algo que todo mundo já notou: você está sobrecarregado.

Para tentar colocar as coisas em dia você leva trabalho pra casa, deixa de brincar com seus filhos, sabota um sábado na praia com os amigos, deixa de fazer um exame de saúde de rotina, esquece que existe academia de ginástica, não tem tempo pra estudar outro idioma e não exercita sua espiritualidade. Sua vida é marcada muito mais por sacrifícios do que por realizações.

Daí, sempre fica muito difícil concluir ou iniciar algo e o que você consegue terminar não fica tão bom quanto poderia ter ficado.

E o que faz você perder o foco?

Há alguns motivos clássicos como os ambientes barulhentos ou propícios a interrupções. Mas, preste atenção nestes:

1. Atirar em todos os alvos e com qualquer tipo de munição.

Quando você define o que deverá ser feito naquele dia, você cria um roteiro, uma agenda, um norte a ser seguido. Você define o que necessitará do seu foco para ser concluído. Do contrário, tenderá a fazer de tudo um pouco, vai começar um monte de tarefa ao mesmo tempo e não vai terminar nenhuma. A ausência de planejamento frequentemente é acompanhada por:

- Prazos não definidos: quando você não sabe ou não define quando uma atividade tem que ser concluída então não há porque se importar com interrupções ou com pausas não programadas.

- Síndrome do estudante: mesmo quando você sabe quando tem que entregar a tarefa, você deixa pra começar a executá-la nas vésperas da data de entrega.

- Ausência de estratégias: sejam elas pessoais ou profissionais, as estratégias servem como limitadoras de ações. Elas ajudam você a fazer escolhas e, assim, ajudam você a definir as prioridades. Ao conhecer a estratégia você também conhecerá quais metas terão que ser alcançadas e quando elas terão que ser alcançadas e, então, ficará mais claro pra você saber onde aplicar o seu foco.

2. Fatores emocionais

Num efeito “bola de neve”, quando as coisas saem do controle e você sofre com o acúmulo de atividades é comum aparecer sintomas de fadiga, stress e ansiedade. Esquecimento, taquicardia, mal-humor, intolerância com pessoas mais lentas, dificuldade para leitura (perda de concentração) e outros que também dificultam você a ter foco em algo.

3. Redes sociais

Conheço pessoas que ficam com uma aba do facebook aberta enquanto desenvolvem suas atividades. Isso não é necessariamente um problema, não é necessariamente algo que tenha que ser resolvido. Isso torna-se um problema quando essas pessoas atrasam a entrega de suas tarefas; quando esquecem de fazer um telefonema para um fornecedor ou quando emitem um documento com erros pelo fato de não estarem focadas nestas atividades, por terem sofrido distração por algo que elas mesmas procuraram. Este é um item polêmico.

Conheço gestores que defendem a proibição total das redes sociais, enquanto outros levantam a bandeira da liberação total. Fica pra outro post.

Então como trabalhar focado? Como não perder o foco?

Em seu livro “Foco“, o psicólogo Daniel Goleman afirma que há alguns tipos de foco que, se forem desenvolvidos, podem lhe auxiliar a aumentar a concentração e persistência para executar suas atividades. Destaco o “foco pessoal” e o “foco nas pessoas”.

O foco pessoal refere-se ao auto-controle, ao seu auto-conhecimento. Refere-se a como você reage aos estímulos positivos e negativos que sofre em seu dia a dia. Goleman cita algumas dicas para desenvolver este foco:

  • Preste atenção em suas emoções. O que lhe deixa furioso no trabalho? O que lhe motiva a fazer as coisas bem feitas? O que lhe acalma quando você recebe um telefonema com notícias ruins? Como você responde a uma solicitação de ajuda? O que você sente quando recebe um elogio de seu chefe?
  • Reflita sobre as suas emoções, pense a respeito. Procure significado, analise as consequências boas e ruins de suas respostas aos estímulos que recebe. Questione suas atitudes.
  • Inspire e expire. Tenha a mente tranquila, faça exercícios de respiração abdominal. Eu faço e funciona.

Já o foco nas pessoas refere-se a entender o que as pessoas fazem, refere-se a compreender como elas se sentem, o que elas necessitam ou desejam.

Com tal compreensão, fica mais fácil para você identificar o que executar, por que executar, quem vai executar, onde executar, como executar e quanto isso vai custar. Ou ainda avaliar se é necessário realmente executar aquilo que lhe foi pedido.

Afinal de contas, desejos são diferentes de necessidades.

Para desenvolver este tipo de foco Goleman dá as seguintes dicas:

  • Treine sua mente. Ao mastigar algo preste atenção na textura dos alimentos ou ao ouvir uma música identifique um instrumento e o acompanhe enquanto ela toca, preste atenção no ritmo da bateria ou no piano e tente esquecer os outros instrumentos.
  • Traga sua mente de volta. Se perdeu e começou a prestar atenção nos outros instrumentos? Volte, concentre, comece de novo, treine.
  • Cuide de suas emoções. Antes de tentar entender o próximo, entenda a você mesmo. Não adianta tentar compreender algo que está fora de sua casa se você não controla o que está dentro de seu quintal.

Existem algumas ferramentas e técnicas de produtividade que podem lhe ajudar a aumentar o seu foco:

  • GTD: método de gestão de ações desenvolvido por David Allen. No podcast GTD Express você encontra material farto pra entender como o método funciona.
  • Pomodoro: método de gerenciamento do tempo que consiste em pausas frequentes e programadas para aumentar a sua produtividade.

Por fim, faça a seguinte pergunta antes de executar qualquer atividade:

“Isso vai agregar valor? Vai gerar resultado?”

Se a resposta for negativa não pense duas vezes: não faça! Foque em outra coisa!

Evernote para tarefas e projetos – assista o hangout

Melhore o gerenciamento de suas rotinas e projetos com o uso do Evernote para tarefas.

Neste hangout, moderado e organizado por Vladimir Campos, foram discutidos e apresentados métodos, ferramentas, conceitos, rotinas e definições sobre o GTD e sobre como ele pode ser aplicado no Evernote para tarefas e projetos.

Dicas de como lidar com tarefas recorrentes; como tomar notas de reunião e registrar as tarefas que dela surgirem; como priorizar as tarefas e lidar com o mar de informações que está à nossa volta. Vale cada minuto, pegue sua caneta e anote as dicas. Ou crie uma nota no Evernote ;-)

Participantes:

Francisco Teodorico
Paulo Nogarol
Thais Godinho
Vladimir Campos

Dicas de uso do Evernote – Assista um hangout com usuários da ferramenta

O vídeo é muito proveitoso para quem quer conhecer como o Evernote pode ser utilizado em nosso dia a dia, na área acadêmica, profissional ou pessoal.

O hangout, cujo tema foi “Experiências de uso do Evernote”, foi promovido e organizado pelo embaixador do Evernote no Brasil e autor do livro “Organizando a Vida com o Evernote”, Vladimir Campos. Inclusive, recomendo o livro para quem quiser conhecer a ferramenta com dicas práticas e através de uma condução de leitura muito agradável e simples, ótima pedida para quem fica entediado com livros “muito técnicos”.

Mas, cuidado! Após ver o vídeo e ler o livro é bem provável que você queira tornar-se mais produtivo e organizado. ;)

No vídeo são mostradas algumas dicas de uso do Evernote que permitem aos que conhecem essa poderosa ferramenta usufruir um pouco mais do que ela oferece. Também dá uma prévia de sua usabilidade aos que procuram por um aplicativo que lhes ajude a aumentar sua produtividade e organização.

Você já usa o Evernote? O que achou do vídeo e do livro?

Deixe a caixa de entrada do Gmail organizada e vazia

A organização da caixa de entrada do Gmail é muito fácil de ser configurada e mudou para melhor minha forma de trabalhar.

Há algum tempo eu já utilizo os filtros do Gmail para tratar as mensagens indesejadas, como as propagandas e os spams. Também os utilizo naqueles e-mails que eu não preciso ler no momento em que chegam, como os resumos de grupos do LinkedIn ou as newsletters  que eu assino. Ou seja, estes tipos de conteúdos são tratados sem que eu veja, o que já elimina um grande número de mensagens de minha inbox. Para que isso aconteça, hoje tenho mais de 300 filtros ativados!

Mas, como lidar com os e-mails que não devem ser apagados ou arquivados automaticamente e que abarrotam a nossa caixa de entrada? Para resolver isso adotei a configuração e métodos descritos nesse post.

Antes de mudar minha forma de trabalho minha inbox continha todas as mensagens: lidas, não lidas, marcadas e não marcadas. Ou seja, as mensagens que eu usaria mais tarde para atender a alguma ação ficava misturada com aquelas que seriam simplesmente arquivadas, esquecidas até o dia em que eu precisasse delas.

Até o dia em que vi uma dica no site do Andreas Klinger e a adaptei para hoje usar minha caixa de entrada dessa forma:

Caixa atual

Caixa de entrada sempre vazia e com mensagens agrupadas por importância e ações

O que mais eu ganhei com a nova inbox?

1. Melhor usabilidade para aplicação das fases de Processamento, Ação e Revisão de informações do GTD
Se o e-mail é mostrado em minha inbox é porque deve ser feito algo com ele, ainda que deva ser jogado fora.

2. Monitoramento e Controle
Ao visualizar os e-mails classificados por níveis de prioridade, por tarefas delegadas e por aguardo de resposta, tenho certeza de que nenhuma informação se perderá ou que algo deixará de ser feito. Atire a primeira pedra quem nunca “esqueceu de fazer” algo porque o e-mail referente a tarefa foi rolando pra baixo, rolando, rolando até sumir da primeira página de sua inbox à medida que novas mensagens chegavam.

3. Senso de organização
Falo de aparência “clean” mesmo, de limpeza, de produtividade, de tarefas em dia, de satisfação por ter tarefas sobre controle ao ver a caixa de entrada vazia e mostrando somente o que importa naquele momento.

4. Produtividade
A classificação dos e-mails pelos tipos citados no item 2 permite eu gerenciar melhor o meu tempo, uma vez que estão claras para mim as prioridades e quem está com cada tarefa delegada, além de eu sempre ficar de olho nas respostas que ainda não me foram dadas. Lembram daqueles fornecedores que nunca dão resposta? ;)

Como é o meu dia a dia com a nova inbox?

Se a mensagem recebida não tiver utilidade eu mando ela pro lixo. Do contrário, ela obedece o seguinte fluxo:

Fluxo de classificação de e-mails

Repare que todas as mensagens são arquivadas. Todas! É essa ação que garante que elas saiam de sua caixa de entrada.

As mensagens por mim enviadas e que aguardam resposta do destinatário para eu dar continuidade a alguma tarefa são marcadas com interrogação lilás: Captura de Tela 2014-03-29 às 11.10.21.

Gostou e também quer trabalhar assim? É fácil configurar!

Passo 1 – Habilite as múltiplas caixas de entrada:
- Clique no ícone “Configurações” no canto superior direito da caixa de entrada e depois no item “Configurações“:
Config

- Clique na aba “Labs
- Ative o recurso “Várias caixas de entrada“:
Ativar múltiplas cx de entrada

- Clique em “Salvar alterações” no fim da página

Passo 2 - Escolha os símbolos corretos
Ainda em “Configurações“:
- Clique na aba “Geral
- Role pra baixo até o campo “Estrelas” e arraste as estrelas que deseja usar na classificação de suas mensagens.
- Clique em “Salvar alterações” no fim da página.

Eu uso a seguinte configuração:
Habilitação das estrelas

E eis os significados de cada:
- Estrela amarela: mensagens que demandam ações minhas e que têm com prioridade normal
- Estrela vermelha: mensagens que demandam ações minhas e que possuem prioridade alta
- Setas à direita: mensagens que demandaram ações que foram delegadas
- Interrogação lilás: e-mails que eu enviei e aguardo resposta

Passo 3 - Configuração da caixa de entrada para utilização dos símbolos escolhidos
Isso é necessário para que as mensagens saiam de sua caixa de entrada e sejam agrupadas de acordo com a classificação que você fizer e arquivá-las.

Nomear os labels

- Vá para “Configurações
- Clique na aba “Várias caixas de entrada
- Adicione os filtros como estão na imagem acima.

Passo 4 - Agora são necessários uns ajustes finais, se sua caixa de entrada não mudar é porque algo aqui nessa seção foi feito errado:

- Vá para “Configurações
- Clique em “Caixa de entrada
- Em “Tipo de caixa de entrada” selecione “Padrão
- Em “Categorias” deixe somente a caixa “Principal” marcada. Desmarque todas as outras.
- Em “Marcadores importantes” marque a caixa “Nenhum marcador
- Em “E-mails filtrados” marque a caixa “Não substitui os filtros
- Clique em “Salvar alterações

Agora vá para sua caixa de entrada e atualize a página. É bem provável que ela esteja bem cheia, então faça o seguinte:

Dê uma olhada nas mensagens e marque aquelas que demandam ações (estrelas amarelas ou vermelhas) e aquelas cujas ações serão delegadas (setas à direita). O que sobrar poderá ser guardado e esquecido. Depois selecione todas as mensagens e clique em arquivar e acontecerá o seguinte:

As mensagens que foram marcadas serão agrupadas à direita de sua página de acordo com a classificação recebida e as demais sumirão de sua cx postal!

Conte-me o que achou dessa configuração e como ela facilitou o seu dia a dia, compartilhe com seus amigos!

Numbeo – Planejamento de viagem ou mudança de cidade

Imagine poder conhecer o custo e a qualidade de vida, a taxa de criminalidade e outros dados de uma cidade para a qual você planeja viajar ou fixar residência. Existe uma ferramenta para isso.

Em 2013 fui convidado a trabalhar em Ribeirão Preto/SP, cidade que fica a 1200km de distância de Vila Velha/ES, local onde eu morava e, fora as rápidas visitas guiadas por amigos e as consultas em várias fontes impressas e virtuais, não tive acesso aos dados citados no início deste post.

No fim das contas foi feita a mudança de cidade e só conheci o Numbeo depois dela. Se isto tivesse acontecido antes, meu planejamento e tomada de decisão teriam sido menos trabalhosos.

Trata-se de uma ferramenta que mostra médias que vão desde preços de itens de alimentação, passam por dados de criminalidade e preços de imóveis, e vão até números relacionados a corridas de táxi e poluição.

A base de dados é atualizada permanentemente. Pois, qualquer pessoa pode entrar em cada grupo de itens e editar os preços atuais

Fiz a comparação entre os preços praticados em Ribeirão e os que estão publicados no site e eles estão muito próximos!

E você? Como estão os preços em sua cidade? Conferem com o do Numbeo?

Dicas de apresentação: dê vida às suas fontes e textos

Mais do mesmo” não causa impacto, não prende a atenção de ninguém e uma das maneiras de sair da “mesmice” nas apresentações para sua equipe, líder ou colegas de classe é lançar mão da criatividade ao utilizar as fontes corretamente.

No Slideshare encontram-se vários materiais com dicas de apresentação, mas alguns deles se destaca e notei um interessante para quem deseja ousar em ser criativo na sua próxima reunião. Ele foi publicado por Damon Nofar (que se auto intitula como entusiasta de marketing) e é composto pelos seguintes pontos:

  1. Escolha da fonte
  2. Tamanho do texto
  3. Contraste do texto
  4. Espaçamento entre caracteres e linhas;
  5. Cor do texto

O conteúdo dos slides constitui algo bem dinâmico, colorido e com cara de propaganda mesmo e talvez não deva ser utilizado em organizações muito “formais”. Porém, com as devidas adaptações, algo nele pode ser aproveitado em sua próxima reunião: 

Motivação em Realização, Reconhecimento e Sociabilização.

Há vasta literatura sobre motivação. Porém, de todas as que eu li e ouvi falar, esta foi a mais simples e ao mesmo tempo a que mais me impactou.

Tomemos como exemplo o evento “nascimento de um filho”. Para ele há 03 tipos de pais:

1. Aquele que, para comemorar com os amigos o nascimento do herdeiro, já pensa em promover um churrascão no próximo domingo depois da chegada da esposa e do bebê em casa.

2. O que recebe os cumprimentos do sogro, do chefe e ganha cartões e presentes de amigos distantes parabenizando-o pela “conquista”. Além de um carinho especial da esposa em reconhecimento pelo esforço e companheirismo do amado durante toda a gestação.

3. Outro vibra sozinho, com ele mesmo, enquanto segura o bebê em seus braços na sala, sorrindo por tudo ter saído como ele planejara, sentindo-se realizado pelos anos de planejamento financeiro, acadêmico e familiar.

Percebem-se três reações diferentes a um mesmo evento.

Percebem-se três pais que reagem de forma diferente ao nascimento de um filho: para um o que importa é a sociabilização, é receber apertos de mão, estar perto de quem gosta, festa, é ter com quem comemorar algo! Para outro o reconhecimento do esforço é mais valioso e há ainda o que se sente realizado pela conquista, por ter vencido mais um desafio.

Participei certa vez de um seminário sobre liderança no qual foi apresentada tal teoria. Ela é embasada no fato de que todos nós temos 03 lacunas a serem preenchidas, que são realização, reconhecimento e sociabilização e sempre uma delas se destaca, é mais forte, enquanto que as outras duas também estão presentes, mas não são tão importantes (ou você acha que o pai sentado no sofá não gostaria de um churrasquinho com amigos, ou de receber um carinho especial da esposa?).

Eu não consigo te motivar. A motivação é algo que pertence a cada um de nós. Porém, eu posso me tornar um pouco mais conhecedor de mim mesmo e perceber qual lacuna para mim é a mais importante. Eu gosto de quê? Gosto de abraços, troféus, apertos de mãos, dinheiro, recompensa, desafio, luta, reconhecimento público na festa de fim de ano, mais projetos, camisa, broches e estrelinhas, foto na parede…?

O que me faz sorrir?

A partir do momento em que consigo responder consigo enxergar os acontecimentos à minha volta de forma diferente. Tenho mais força e discernimento para separar o que me faz feliz daquilo que me entristece. O que me motiva daquilo que me desmotiva. Aumento minha capacidade de desenvolver meu foco e isso me torna forte.

O líder que procura identificar qual lacuna é a mais importante para cada um de sua equipe tem maior chance de estabelecer um canal de comunicação eficiente, que favorece o desenvolvimento das pessoas, o processo de maturidade e fortalecimento do time. Ao respeitar as individualidades, perceber e desenvolver o potencial de cada pessoa, o líder atua como facilitador no processo de auto-motivação.

E todos ganham.

Não adianta reconhecer em público o funcionário que vibra sozinho com a superação de um desafio.. ele não ficará satisfeito enquanto não receber outro desafio! Tampouco é eficaz dar tapinhas nas costas e encher de elogios durante um cafezinho o funcionário que gosta de ser reconhecido em público…

Num exercício de auto conhecimento fica uma pergunta: Pense num momento muito feliz de sua vida… o que foi mais importante pra você? O reconhecimento, a sociabilização ou a realização?